De uma forma geral as fórmulas líquidas como os xaropes e as ampolas apresentam maior assimilação orgânica e, como tal, uma biodisponibilidade superior. A biodisponibilidade consiste na capacidade dos produtos fitoterápicos serem efectivamente utilizados biologicamente ou metabolicamente pelo organismo humano.
Um exaustivo controlo de matérias-primas, processos de fabrico e de produto final permite-nos apresentar a fórmula de Osseoflex ampolas com um grau de absorção extremamente elevado.
Osseoflex ampolas da Nutriflor, é uma composição baseada em factos científicos dirigida às alterações metabólicas osteoarticulares. Osseoflex ajuda a reduzir os processos inflamatórios, contribuindo para o apaziguamento dos estados dolorosos. Possui, ainda, uma acção regeneradora dos tecidos ósseos e cartilaginoso, evitando os processos degenerativos, como, por exemplo, a osteoporose.
Nos estados reumáticos contribui para a recuperação da mobilidade e redução da dor.
A sua actividade regeneradora traduz-se não só por um fornecimento de substâncias fundamentais para a reconstrução da matriz osteocartilagínea, mas também por possuir na sua composição substancias vegetais que induzem a incorporação das substâncias de reconstrução na referida matriz.
Harpago ou Garra-do-Diabo (raizes secundárias)
Conhecida desde o início do século XX, a raiz desta planta tem sido profundamente estudada e investigada.
Os seus princípios activos mais importantes passam pelos iridóides, que em estudos em animais, revelaram propriedades anti-inflamatórias e analgésicas em casos de inflamação articular. No homem esses mesmos estudos levam a pensar que uma utilização prolongada pode aliviar as artroses, reumatismos e artrites.
Ao contrário da maioria dos fármacos anti-inflamatórios, a raiz de Harpago não provoca efeitos irritantes sobre o aparelho digestivo, sendo isenta de efeitos secundários.
Tília (alburno), Tilia europaea L.
Sabe-se hoje que o Alburno da Tília (a madeira macia situada entre a casca e o cerne) contém Taninos, Flavonóides, Fenóis, Aminoácidos e Cumarinas, o que o torna um bom dissolvente do ácido úrico e confere a esta planta uma acção anti-inflamatória, aconselhável para todas as afecções de tipo reumatismal.
Pinheiro (Pinus sylvestris), Silva (Rubus fruticosus) e Videira (Vitis vinifera)
Os rebentos frescos de Pinheiro e de Silva contêm princípios activos de acção anti-inflamatória e depurativa com bons resultados em todos os tipos de dores reumáticas.
A Videira limpa o sangue, eliminando toxinas e resíduos metabólicos, sendo aconselhada em caso de artrite úrica.
Salgueiro-branco (casca), Salix alba L.
As principais propriedades do Salgueiro-branco, demonstradas experimentalmente, devem-se essencialmente ao salicósido, que se transforma no intestino em ácido salicílico, composto próximo da aspirina e que possui uma actividade anti-inflamatória, antipirética e analgésica. É assim indicada essencialmente devido à sua acção anti-inflamatória, contra as manifestações dolorosas articulares leves e as febres ligeiras provocadas por um estado gripal. Actua como a aspirina, mas não ataca o estômago pois é 100% natural.
Metil Sulfonil Metano (MSM)
O MSM é uma fonte de enxofre orgânico, uma das matérias-primas mais importantes utilizadas para se construir tecidos saudáveis.
O enxofre é o quarto mineral mais abundante no nosso organismo e está presente em toda a cadeia alimentar, podendo encontrar-se nas células de todos os seres vivos, sejam eles animais ou vegetais. Como tal, pode ser encontrado nos alimentos (ovos, carne, frutos frescos e vegetais). No entanto, esta sua presença ocorre em formas muito instáveis e a sua volatilidade leva a que se perca no processo de lavagem, armazenamento e preparação. Este facto leva a que, mesmo em casos de dietas equilibradas, se possa assistir ao aparecimento de problemas relacionados com a carência de enxofre.
A constante construção e reparação do organismo, utilizando, para o efeito, vitaminas, minerais e proteínas agudiza ainda mais esta carência, uma vez que o organismo utiliza o enxofre para produzir aminoácidos (caso da metionina, cisteína e cistina) que são as bases da produção de proteínas. Paralelamente, é ainda utilizado na produção de enzimas, anticorpos e tecidos conectivos como as cartilagens, o colagénio, o cabelo, as unhas e a pele. Reforçando a importância do consumo deste elemento, há ainda a questão de os níveis de enxofre no organismo decrescerem com o envelhecimento.
Considerando, então, que o enxofre é um componente existente em todas as células, é essencial que o corpo tenha uma quantidade abundante deste mineral numa forma biologicamente activa.
De entre as fontes de enxofre utilizadas na actualidade, o sulfato orgânico é a que acolhe maior aceitação e entusiasmo dado ser um composto de fácil absorção e utilização pelo organismo. Trata-se de um pó branco cristalino, puro, natural, estável e sem odor, com a enorme vantagem de poder ser utilizado em todas as formas físicas.
O sulfato orgânico possui um elevado grau de biodisponibilidade e rapidamente se dissolve na corrente sanguínea, promovendo melhorias na circulação. Ele torna as paredes celulares mais permeáveis, permitindo que a água e os nutrientes circulem livremente. O sulfato orgânico aumenta, assim, a oxigenação das células, o que resulta numa maior energia que combate o cansaço. Por outras palavras, células mais saudáveis e desintoxicadas. A sua acção é, assim, fundamental para alívio da rigidez, do inchaço e das dores das articulações.
O MSM e a dor
De facto, um dos mais significativos efeitos do MSM como um suplemento é a sua capacidade demonstrada para aliviar a dor e a inflamação. Quando as células do tecido conjuntivo sofrem pressão, elas incham e ficam inflamadas, e, como resultado, vem a dor. Uma vez que o MSM tem a capacidade de restabelecer a flexibilidade e a permeabilidade da membrana celular, então os fluidos conseguirão atravessar os tecidos mais facilmente, ajudando a igualar a pressão e a reduzir ou a eliminar a causa da dor. Substâncias prejudiciais, como o ácido láctico e as toxinas, fluem para fora da célula, enquanto o MSN permite que nutrientes saudáveis passem para dentro da célula.
Pacientes de artrite reportaram um alívio significativo, longo e duradouro com a utilização de MSM. Enquanto a glucosamina é eficaz para aliviar casos moderados de artrite, o MSM parece ser muito eficaz para casos mais graves de osteoartrite e artrite reumatóide.
Vitamina C (Ácido L-ascórbico)
A vitamina C é essencial para a síntese de colagénio, elastina, proteoglicanos e de outras moléculas que formam o tecido conectivo e a cartilagem. Quando os níveis de Vitamina C estão altos, o líquido sinovial que lubrifica as articulações fica mais viscoso, facilitando os movimentos.
Por outro lado, ela evita a degradação dos glucosaminoglicanos, que formam a matriz da cartilagem. Num estudo, verificou-se que a forma L do ácido ascórbico, é capaz de entrar no interior do condrócito e controlar a actividade genética da matriz, e estimular a síntese de colagénio e proteoglicanos.
A vitamina C é também, um potente antioxidante solúvel em água, que protege o corpo dos radicais livres.
Minerais e Oligoelementos:
Os Minerais e os oligoelementos são substâncias que devem existir no nosso corpo, as primeiras em maior quantidade e as segundas em pequenas quantidades, embora todas elas sejam essenciais.
Elas actuam como catalisadores que intervêm nas várias reacções das células, promovendo o bom funcionamento do corpo. Esta combinação vai favorecer a acção individual de cada um deles mas no conjunto de um todo.
Sabe-se que a utilização de oligoelementos é eficaz em problemas como a osteoporose bem como muitos outros problemas reumáticos. A presença de elementos minerais como o Molibdénio, o Magnésio, o Cálcio, o e o Fósforo é indispensável para a activação das enzimas, para o bom funcionamento muscular e para a formação, desenvolvimento, mineralização e manutenção da densidade dos ossos.
As circunstâncias da vida moderna passaram a exigir uma quantidade maior de Magnésio, uma vez que os aportes via alimentação parecem não atendê-la, pelo contrário, parecem mesmo diminuir. Com efeito, os alimentos estão cada vez mais pobres em Magnésio devido a utilização seguida de adubos químicos e ao refinamento. Por outro lado, os alimentos mais ricos em Magnésio (tais como legumes secos, chocolate, nozes, avelãs, amêndoas) não são ingeridos regularmente por serem muito ricos em calorias. O papel fisiológico do Magnésio é muito relevante a todos os níveis e sabe-se que uma parte importante do Magnésio ingerido é fixada sobre os ossos sob a forma de fosfatos e bicarbonatos, pelo que ele é indispensável para a manutenção da saúde e robustez daqueles.
A grande função do Cálcio no organismo é sobejamente conhecida e está associada à massa óssea. Trata-se do mineral mais abundante no corpo humano e a sua grande maioria (99%) está localizado nos ossos. O Cálcio intervém então, directamente, na formação dos ossos e quando a quantidade de Cálcio presente nos ossos é deficiente eles tornam-se frágeis, sujeitos a fracturas e isso traduzir-se em sinais de descalcificação como a Osteoporose.
O Fósforo é o segundo mineral mais abundante no organismo e cerca de 80%, está igualmente localizado, nos ossos e dentes. A relação do Fósforo com o Cálcio tem início logo ao nível do intestino. A absorção do Cálcio a nível do intestino é bastante influenciada pela presença de Fósforo. A absorção torna-se mais eficaz quando a quantidade de Fósforo é cerca de metade da do Cálcio. Deste modo a suplementação em Fósforo é classicamente prescrita sempre que existe desmineralização óssea.
O Zinco actua ao nível do foro reumatológico pois é importante no metabolismo dos macronutrientes e interfere no crescimento.
O Manganês é um dos minerais essenciais para o crescimento e reparação dos ossos e assume um papel imprescindível na síntese de mucopolissacáridos que envolvem e protegem as células e lubrificam as articulações. A deficiência de manganésio produz um decréscimo de CAG que diminui a resistência física nos ligamentos e tendões. Em animais, a deficiência de manganésio inibe a produção de proteoglicanos, o que provoca a deformação de ossos e juntas.
O Molibdénio é essencial para o funcionamento de muitas enzimas e para o crescimento.
Por último, o Selénio, considerado o "novo oligoelemento" por excelência, ele exerce uma acção primordialmente antioxidante e de prevenção da degeneração das células. Além disso, pesquisas em curso colocam em evidência as suas propriedades anti-inflamatórias, ajudando assim, a aliviar os sintomas das doenças reumáticas.
Fórmula nutricional indicada para:
- Reumatismo, gota, artrites, osteoporose, descalcificações;
- Estados dolorosos associados a estas situações ou a traumatismos das articulações.
Composição (por ampola):
Extractos hidrofílicos de:
Harpago: 1000mg
Alburno de Tília: 1000mg
Pinheiro Silvestre: 500mg
Silva: 500mg
Videira Vermelha: 500mg
Salgueiro Branco: 500mg
M.S.M: 500mg
Cloreto de Magnésio: 628mg
(Magnésio): 75mg
Cloreto de Cálcio: 273mg
(Cálcio): 50mg
Ortofosfato de Sódio: 114mg
(Fósforo): 50mg
Sulfato de Zinco: 66mg
(Zinco): 15mg
Vit C (Ácido L-ascórbico): 60mg
Sulfato de Manganês: 6,2mg
(Manganês): 2mg
Molibdato de Sódio: 190µg
(Molibdénio): 75µg
Selenito de Sódio: 150µg
(Selénio): 70µg
Uso recomendado: Tomar 1 ampola por dia.
Em situações de maior necessidade poderá tomar até 2 ampolas por dia.
Diluir o conteúdo da ampola num copo com água ou sumo e tomar, de preferência, fora das refeições. Devido aos seus ingredientes naturais, a ampola pode apresentar depósito, devendo agitá-la bem antes de usar.
Recomendações e precauções: Extracto hidrofílico, totalmente isento de álcool. Não contém sacarose (açúcar), uso tolerado por diabéticos. Produto não recomendado para grávidas, mães em amamentação ou crianças. Contra-indicado em caso de obstrução das vias biliares ou insuficiência renal. Salvo indicação expressa, evitar o uso em caso de gastrite, úlceras gastroduodenais ou síndrome do intestino irritável. Usar este suplemento apenas sob vigilância de um profissional de saúde se estiver a tomar anticoagulantes.
Apresentação: Embalagem com 15 ampolas de 10ml cada.