História: Originário da China, o Chá Verde fornece, após fermentação das folhas, uma bebida muito apreciada pelos chineses que a designam por “bebida imperial”. Em fitoterapia são utilizadas nas dietas de emagrecimento as folhas e os botões do chá, não fermentadas, para conservar a integralidade das substâncias activas.
O adelgaçante da silhueta: A actividade lipolítica (queima-gorduras) do Chá Verde é atribuída à cafeína que vai facilitar o desarmazenamento das gorduras acumuladas nos adipócitos (células que acumulam a gordura) por activação da via das catecolaminas. Deste modo, os triglicéridos de reserva são mobilizados e fraccionados em ácidos gordos livres e glicerol, sendo facilmente elimináveis pelo organismo.
Além da cafeína, o Chá Verde possui ainda polifenóis e vários flavonóides de onde se destacam as catequinas. Paralelamente às propriedades lipolíticas, o Chá Verde tem ainda uma acção anti-obesidade pelo facto de inibir a transformação da glicose em gordura (adipogénese) assim como uma redução dos níveis de colesterol e ácidos gordos livres.
O Chá Verde tem ainda um efeito protector antioxidante.
Um estudo clínico comparativo randomizado contra placebo, foi realizado em 60 mulheres obesas com idades entre os 30-45 anos. O grupo foi dividido em dois subgrupos de 30 mulheres. A um grupo foi administrado Chá Verde (250mg/cáps de pó integral criotriturado) e ao outro grupo placebo. Ao fim de 30 dias de toma ocorreu uma perda de peso três vezes superior no grupo Chá Verde relativamente ao grupo placebo. LECOMTE et al. (1985).
Outras utilizações: Fadiga.
Parte utilizada: O botão e as 2 primeiras folhas dos ramos.
Composição: 300mg/cápsula de pó integral criotriturado da folha do Chá Verde (Camellia sinensis) doseado a pelo menos 2% de cafeína.
Uso recomendado: Tomar 2 cápsulas no início do pequeno-almoço e 2 cápsulas no início do almoço.
Apresentação: Embalagem com 50 e 100 cápsulas.