Mulheres idosas que se exercitam têm hipóteses acrescidas de viver mais tempo de forma independente.
Este é o resultado de um estudo conduzido pela Universidade de Pittsburgh, que observou 171 mulheres durante um período de 14 anos, com o objectivo de determinar se a actividade física influencia o estatuto funcional do indivíduo, ou seja, a capacidade de viver de forma independente.
Durante o período observado, as mulheres, que tinham uma média de 74 anos no início da pesquisa, registaram a intensidade e frequência da sua actividade física. No final, as que se tinham mantido mais activas revelaram-se mais aptas a viver sem limitações do que as tinham tido uma vida mais sedentária.
A actividade física regular, que pode ser simplesmente andar a pé, ajuda a aumentar não só a longevidade, mas também a qualidade do tempo vivido, lê-se nas conclusões do estudo.
Reuters, 24/11/2003
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